terça-feira, 15 de abril de 2014

Por terras lusitanas - III

LISBOA

Com esta inserção concluo a primeira parte das “amostras” que selecionei para mostrar-lhes um pouco do que fotografei durante minha incursão pela linda pátria portuguesa. 








Nos próximos dias darei seqüência a esta publicação, assegurando-lhes, desde já, que há algumas fotos muito bonitas e inéditas, pois, tanto quanto me foi possível, procurei evitar a repetição (embora tenha consciência de que não consegui pleno sucesso) daquelas já clássicas, que mostram os lugares tradicionais, verdadeiros cartões postais consagrados. Nem poderia ser de outro modo. Ainda assim, estou certo de que consegui uma ou outra imagem em que a minha visão pessoal seguramente predomina. Esta avaliação deixo a cargo de vocês. 

Evandro

Por terras lusitanas - II

LISBOA 

Na sequência estão outras onze fotos retratando flagrantes e recantos de Lisboa, como o Mosteiro dos Jerônimos, o Palácio da Ajuda, a Estátua do Lavrador (ou “Sagrada Família”, graciosa escultura de Antonio Augusto da Costa Mota), o bairro boêmio de Alfama (à noite), a pitoresca Feira da Ladra, entre outros.







 

- Continua - 

Por terras lusitanas - I

LISBOA

Dou início, hoje, à publicação de fotos que fiz em viagem recente a Portugal. Começarei com 33 fotos, divididas em três postagens de 11, cada uma, todas tiradas em Lisboa. Não sei quanto tempo levarei até concluir a publicação – nem sei se mostrarei todas (acredito que não, devido ao grande número delas, muitas das quais serão, certamente, deletadas ao longo da seleção). Pretendo reunir os locais visitados numa única postagem (determinado museu, igreja, parque, monumento, tema, etc.), aproveitando para, como de costume, incluir dados e informações históricas, junto às minhas impressões pessoais. 








Como minhas andanças incluíram outros destinos – Porto, Fátima, Entroncamento, Cascais, Cabo da Roca, Sintra, etc. – penso em dedicar um capítulo especial a cada um. De qualquer modo, a partir de agora, e nas duas próximas postagens, vai uma pequena amostra do que vi e fotografei.  

- continua -

quarta-feira, 19 de março de 2014

Flagrantes - IX

SANTA CATARINA
Postais para todos os gostos 

TUBARÃO 

    Finalizo este roteiro mostrando um pouco – muito pouco! – da Cidade de Tubarão. Passei por lá rapidamente, num domingo, sem mesmo ter a intenção de fazer qualquer foto. Na verdade, fui até lá apenas para um pequeno descanso, um almoço e depois prosseguir minha viagem. Fui movido também pela curiosidade, pois nas dezenas de vezes em que transitei pela BR-101, só passei pela Cidade sem deixar o eixo da rodovia.  






 

    Foi uma pena ter ficado tão pouco tempo, sem explorar com cuidado tudo aquilo que, seguramente, existe de bonito, por lá. Tubarão, pelo que pesquisei posteriormente, possui muitos lugares atraentes, belos pontos turísticos, mais de trinta monumentos, diversas praças e parques, museus, igrejas, além do Rio Tubarão, com diversas pontes e parques às margens, que corta todo o Município. 

    Estou em dívida para com esta Cidade! Mas como frequentemente viajo para Santa Catarina – Estado que acho maravilhoso, em todos os sentidos – logo estarei  perambulando por lá, novamente, quando dedicarei a Tubarão uma estadia mais prolongada. Palavra de escoteiro. 

Evandro  

Flagrantes - VIII


SANTA CATARINA
Postais para todos os gostos 

PALHOÇA 
Pedra Branca

   Por diversas vezes estive na bonita Cidade de Palhoça, muito próxima de Florianópolis. Aliás, junto a São José que, com outros municípios formam a região metropolitana, é uma cidade cheia de contrastes, onde se mesclam o antigo e o novo, as paisagens naturais e o urbanismo por vezes surpreendente. 

   Nesta recente passagem por lá, descobri um bairro novo, planejado e projetado para ter todos os recursos de uma cidade moderna aliada a um paisagismo que torna o lugar bucólico e acolhedor. Fica a 18 km de Florianópolis e bem próxima ao Centro de Palhoça. Chama-se Pedra Branca e optei por mostrar agora apenas um pouco da área verde que torna o lugar extremamente aprazível. Um verdadeiro jardim. 





 

   É um lugar que merece uma visita. Quanto às fotos, espero que tenham gostado. 

Evandro 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Flagrantes – VII


SANTA CATARINA
Postais para todos os gostos

BIGUAÇU – VILA DE SÃO MIGUEL
– CAPELA DE SÃO MIGUEL –

    Com estas fotos da Matriz de São Miguel, concluo minha rápida incursão pela Vila de São Miguel, no Município de Biguaçu, SC. Lamentavelmente não pude entrar na bela igreja, tendo que me contentar em fotografá-la só externamente. Apesar disto, as fotos podem dar uma idéia da verdadeira jóia que é esta construção histórica e o seu valor como peça inalienável de um tesouro cultural que merece ser apreciado. 












   Registros históricos informam que no século XVII, Frei Agostinho da Trindade, vigário de Desterro (como se chamava Florianópolis na época), sugeriu ao rei de Portugal, D. João V, o envio de gente para povoar os arredores da Ilha de Santa Catarina. O rei viu nessa sugestão uma oportunidade para resolver os graves problemas dos habitantes dos Açores, um arquipélago português a meio caminho entre a Europa e a América do Norte, devastado pela fome.

   Isso fez com que milhares de famílias das Ilhas do Pico, Terceira (em maior número), Faial, Flores e Santa Maria ( esta em menor número) partissem para a aventura de colonizar uma região da qual nunca sequer tinham ouvido falar. Dentre as inúmeras freguesias fundadas na época (por volta de 1750), estava a de São Miguel, às margens da Baía Norte, fronteira à Ilha de Santa Catarina.

   Pouco depois, os espanhóis invadiram a região, e São Miguel foi refúgio da população ilhoa, tornando-se capital provisória da Capitania. Assinado o Tratado de Santo Idelfonso, em 1778, foram-se os espanhóis e São Miguel voltou a sua vida pacata de aldeia de pescadores, sacudida apenas pela célebre visita de D. Pedro II a Desterro, em 1845, ganhando então sinos novos para a Igreja.

   O velho casario desaparecia com o tempo, à medida que São Miguel perdia importância econômica e a população jovem partia para Biguaçu e Desterro. Da arquitetura açoriana, testemunha de uma época de opulência, sobressaem, além do sobrado que abriga o Museu Açoriano, a Igreja de São Miguel, inaugurada em 9 de agosto de 1747.

Evandro

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Obtive os registros históricos e comentários que fiz nestas postagens, nos locais visitados, em placas e informações disponíveis a turistas e visitantes. Grande parte destes dados e informações, porém, extraí destes sites, os quais sugiro que sejam consultados por quem tiver interesse no tema: